Texto by Izak Carlos da Silva - futuro melhor economista do mundo!
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
Você conhece os candidatos à presidência?!
Texto by Izak Carlos da Silva - futuro melhor economista do mundo!
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
Chapa Cabocla?
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
Governador escolheu o timing correto
O raciocínio político que orienta o governador José Serra é estrategicamente corretíssimo. Seu timing não é o mesmo do presidente Lula simplesmente porque as circunstâncias de um e de outro também não são as mesmas. A Lula convinha antecipar a campanha para evitar que o debate sucessório dentro do PT ocorresse à sua revelia. Ao fazê-lo, escolhendo uma candidata sem biografia política, e neófita em eleições, impôs-se a tarefa de construir sua candidatura. O tempo, nesse caso, é precioso e não pode ser desperdiçado.terça-feira, 12 de janeiro de 2010
(Bons) Filmes Políticos
''Não adianta votar só porque é do PV''
Fernando Gabeira estava em casa com a família, no Rio, quando soube pela TV da tragédia em Angra dos Reis. Não teve dúvidas: alugou um helicóptero e horas depois desembarcava na cidade. Foi o primeiro político importante a chegar.
Oportunismo? Há quem diga que sim, há quem discorde. Mas o episódio é emblemático. O ex-guerrilheiro que chocou o Rio, nos anos 80, ao aparecer na praia com uma sunga roxa, deixou de ser um político de nicho para ocupar espaço no grande jogo. A prova definitiva dessa virada veio em 2008, quando por muito pouco ele deixou de se eleger prefeito: perdeu de Eduardo Paes por uma margem mínima de votos.
Nesta entrevista ele olha para a frente, no caso de Angra, e avisa: "A BR-101 é uma estrada muito inadequada para ter uma usina nuclear". E faz uma revisão crítica do Partido Verde, onde "muita gente entra" e depois de se eleger "tem comportamento semelhante ao dos partidos convencionais." E arremata: "Eu não diria para os eleitores votarem numa pessoa só porque ela é do PV."
O governador Sergio Cabral foi criticado por só aparecer em Angra no terceiro dia da tragédia. O que acha?
Acompanhei a retirada de alguns corpos. Minha posição é de estar presente em todos os desastres. Não se trata de demagogia, esse é o meu trabalho. Ir no dia seguinte me parece mais demagógico ainda.
É perigoso haver uma usina nuclear naquela região?
A BR-101 é uma estrada muito inadequada para ter uma usina nuclear, já que lá estão detectados mais de cem pontos de potencial deslizamento durante as grandes chuvas. Chegamos a interditar Angra I por três meses porque uma encosta podia cair sobre um depósito. Se analisarmos friamente, talvez hoje ela não fosse construída como foi. Além de ser uma área muito chuvosa, o solo não foi estudado devidamente e o estudo geológico foi precário.
Existem culpados pela tragédia?
A construção de estaleiros e a chegada dos ricaços atraiu muita gente em busca de trabalho, gente que se instalou em áreas precárias. Angra precisa de um plano muito rígido para deter esse processo de crescimento nas encostas. Precisa que impeçam a construção de casas de pessoas mais ricas. Briguei no Senado com o Ney Suassuna porque ele comprou uma ilha lá, dentro de uma estação geológica. Os ricaços compram áreas onde há um pequeno posseiro e tomam conta.
Em Copenhague, Lula passou o comando da comitiva a Dilma. Foi uma boa escolha?
O PV vai ter candidato próprio ao governo do Rio e não será você. Por que desistiu?Ocorre que a campanha ao governo se dará em condições muito desfavoráveis. Eu teria que lutar contra a máquina do Estado e a federal - e contra muito dinheiro acumulado, além da ausência de qualquer escrúpulo. Isso torna os adversários muito fortes. Não queria levar a população a uma campanha onde quase se vence, mas se perde de novo.
Ficou algum trauma da eleição de 2008, vencida aos 45 do segundo tempo pelo Eduardo Paes?
Como ex-petista, seu coração bate mais forte por Dilma ou Serra?
O PV cresceu, dizem alguns, até demais. O que fazer para que não vire mais um partido fisiológico?
Na bancada você parece um estranho no ninho...
Defende uma depuração no partido?
Que lição ficou do caso das passagens aéreas? Foi um momento importante do meu mandato. Não posso dizer para a população que não cometo erros. A diferença é que, quando cometo, reconheço, reparo e corrijo. Paguei a passagem, devolvi R$ 86 mil de créditos.
O ex-presidente FHC está na cruzada pela descriminalização da maconha, que foi uma bandeira sua por muito tempo. Ainda é?
Você chegou a comprar sementes de maconha. Foi inclusive no governo FHC (risos). Nunca mais tentou?
A maconha até hoje o estigmatiza?
Qual foi o efeito do tempo na sua postura política? Está mais pragmático?
Colaboração
Doris Bicudo doris.bicudo@grupoestado.com.br
Gabriel Manzano Filho gabriel.manzanofilho@grupoestado.com.br
Pedro Venceslau pedro.venceslau@grupoestado.com.br
Marilia Neustein marilia.neustein@grupoestado.com.br
Fonte
Jornal O Estado de São Paulo
http://www.estadao.com.br/
Postagem feita por Jaqueline Defendi Rosa, pseudo jornalista, leitora das notícias políticas e, quase, uma eleitora.
quinta-feira, 9 de julho de 2009
A crise, um dos colapsos do capitalismo
A atual crise econômica pede, segundo Noriel Roubini e Matthew Richarson (economistas liberais que escreveram um artigo sobre a crise, fazendo alusão à da Suécia de 1990), que os dogmas ideológicos sejam rompidos e que a “mão visível” do Estado seja convertida no instrumento de salvação dos mercados livres, para que seja evitada uma catástrofe maior.
Como isso já aconteceu em diversas situações, dirigentes de bancos e grandes fundos de investimentos já consagraram a idéia de que na hora do caos, os prejuízos podem ser repartidos com os cidadãos. Portanto, a solução é paradoxal: o Estado absorve os prejuízos, mas o mercado financeiro nasce de novo, sob outra direção e regras.
As conseqüências da crise e sua política giram em torno de índices, como a retração generalizada do PIB nos países ricos e fortes desacelerações nas chamadas economias emergentes, com repercussões dramáticas sobre os níveis de emprego, renda e consumo. Não deve-se minimizar o tamanho do problema: todos os países sofrerão tensões em seus sistemas políticos.
Alguns emergentes já sofreram pesadas repercussões, mas as maiores retrações econômicas ocorrerão nos EUA, Europa, Japão e Tigres Asiáticos. A queda de consumo nos países ricos atinge todos os outros, como um “efeito dominó”. A China sofre forte desaceleração e não possui um sistema político flexível o bastante para absorver os impactos da crise.
Os preços do barril de petróleo caíram assustadoramente de US$ 100 para abaixo de US$ 40. Isso repercutiu em vários países, como a Rússia, Irã e Venezuela.
A crise é conseqüência de problemas e causou outros inúmeros aos EUA, colocando todo o resto do mundo – rivais geopolíticos ou atores regionais – na mesma barca. Agora, os empréstimos que o Brasil fez ao FMI são um ótimo exemplo. Aliás, vocês acham que todo esse dinheiro vai para subdesenvolvidos piores que o nosso? Não. Vão é cobrir o rombo dos inabaláveis norte-americanos.
As últimas notícias dizem que a recessão está acabando, já se fala em pós-crise. E o capitalismo segue em seu colapso. As empresas mandando no mundo, e quando caem, o Estado lhes dá assistência. Os EUA com seu imperialismo, e quando se abala é auxiliado pelos outros países. Um sistema que muitos dizem se basear no caos... (por que será?).
Eline Emanoeli.
quarta-feira, 10 de junho de 2009
Duvidas Pré 2010

A PEC (Proposta de Emenda Constitucional) do deputado federal Jackson Barreto (PMDB-SE), que determinaria a ampliação do mandato para seis anos e impossibilitaria a reeleição, será aprovada? Se sim, será válida já em 2010?
Haverá mesmo em setembro - acredita-se que no dia treze – um plebiscito a respeito da possibilidade de um terceiro mandato ao presidente Lula?
O PMDB, atualmente o partido mais forte, com a presidência da Câmara dos Deputados e do Senado, terá candidato próprio à presidência?
Quem será o candidato do PSDB?
Sabe-se, no entanto que a candidata do presidente Lula passa por forte tratamento contra um câncer do sistema linfático, que tem impedido sua total dedicação à campanha, além de justificar seu baixo desempenho nas pesquisas – com aproximadamente 19%, ocupando o segundo lugar – e de aumentar as especulações acerca de um terceiro mandato de Lula.
Há, quanto a escolha do candidato do PSDB, principal partido de oposição, uma forte disputa entre dois pré-candidatos: Aécio Neves - jovem promissor e atual governador de Minas Gerais, que surge com grande força política no sudeste, a ponto de ter obtido 75% dos votos para o cargo de governador que ocupa hoje - e José Serra – experiente e atual governador do estado de São Paulo, ex-prefeito de sua capital e ex-ministro da Saúde do governo FHC.
Aécio descartou a hipótese de uma chapa “puro sangue”, na qual essas duas forças se uniriam, com Serra como candidato à presidência e ele como seu vice.
Independente de qual tucano concorrerá ao cargo, o PSDB consegue manter a primeira posição nas pesquisas até agora, considerando a indefinição sobre candidato do PMDB, cujo presidente afirmou recentemente que o partido deve realizar prévias internas para a escolha de seu representante – talvez essa seja a decisão de maior relevância para as eleições de 2010, tento em vista que o PMDB é, hoje, o partido de maior força nacional, já que obtêm a presidência da Câmara e do Senado, além de ser soberano entre as cidades, pois interferirá na decisão tanto se lançar candidato próprio quanto se apoiar algum outro.
Há muito a ser definido até as eleições e qualquer passo pode alterar o resultado.
Esperamos, no entanto, que Lula não contrarie, de novo, seus discursos dos tempos de militante, nos quais afirmava que a reeleição era um passo para a ditadura e a corrupção. O que dizer de alguém que tenta o terceiro mandato, após e falas tão enérgicas? Uma coisa, porém, é certa: nunca nesse país, como adora repetir nosso presidente, houve um período pré-eleitoral de tamanha disputa. E dúvida.
Revisado por Jaqueline Defendi Rosa












